...li este post aqui .....que faz referência a esta repostagem sobre Festas de crianças vs festa de bloggers
estou parva com as quantias exorbitantes que levam para uma festa!!! .... onde estão aquelas festas tão nossas e tão giras que tínhamos, em crianças???? ...
não é que não goste de ver o ambiente da festa , mas sinceramente , não tem nada haver comigo, nada haver com a minha personalidade ....... eu gosto mesmo é de ter tempo ( e tentar arranjar) e colocar a mão na massa!! .... pode ser uma festa simples ( porque 900-5000€ não os tenho!) mas tenho a certeza que as crianças saem de lá felizes!!!!! ...
cada um sabe o que faz com o seu dinheiro mas ......mesmo assim estou parva com a reportagem
enquanto que os blogues...
se enchem de laçarotes, kits e dresscode ( para isso tenho o meu instagram!) de receitas mais e menos saudáveis, de "modas" boas ou más.... o meu será cheio de palavras, ideias e opiniões...vou tentar ser assídua nas palavras telegráficas!
eu antes...
escrevia muito ... agora não escrevo quase nada...
escrevia com o pensamento...agora escrevo telegraficamente...
lia muito ...agora não leio praticamente nada
viajava muito.....agora pequenos passeios num radar de poucos kms!
via televisão....agora muito pouco
sabia das noticias....agora não ( e ainda bem)
é tempo de recomeçar.......a escrever e a ler!
escrevia com o pensamento...agora escrevo telegraficamente...
lia muito ...agora não leio praticamente nada
viajava muito.....agora pequenos passeios num radar de poucos kms!
via televisão....agora muito pouco
sabia das noticias....agora não ( e ainda bem)
é tempo de recomeçar.......a escrever e a ler!
Em memória ...
acerca da vida...
Há DOENÇAS piores que as doenças,
Há dores que não doem, nem na alma
Mas que são dolorosas mais que as outras.
Há angústias sonhadas mais reais
Que as que a vida nos traz, há sensações
Sentidas só com imaginá-las
Que são mais nossas do que a própria vida.
Há tanta cousa que, sem existir,
Existe, existe demoradamente,
E demoradamente é nossa e nós...
Por sobre o verde turvo do amplo rio
Os circunflexos brancos das gaivotas...
Por sobre a alma o adejar inútil
Do que não foi, nem pode ser, e é tudo.
Dá-me mais vinho, porque a vida é nada.
(um dos últimos poemas de Fernando Pessoa,
escrito 11 dias antes de sua morte: 19.11.1935)
Há dores que não doem, nem na alma
Mas que são dolorosas mais que as outras.
Há angústias sonhadas mais reais
Que as que a vida nos traz, há sensações
Sentidas só com imaginá-las
Que são mais nossas do que a própria vida.
Há tanta cousa que, sem existir,
Existe, existe demoradamente,
E demoradamente é nossa e nós...
Por sobre o verde turvo do amplo rio
Os circunflexos brancos das gaivotas...
Por sobre a alma o adejar inútil
Do que não foi, nem pode ser, e é tudo.
Dá-me mais vinho, porque a vida é nada.
(um dos últimos poemas de Fernando Pessoa,
escrito 11 dias antes de sua morte: 19.11.1935)
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